ALERTA: Golpe de vacinação do Covid-19 no WhatsApp.

ALERTA: Golpe de vacinação do Covid-19 no WhatsApp.

MP não realiza agendamento de vacinação contra covid-19 por mensagem. Golpistas enviam mensagens por WhatsApp, em nome do "Ministério Público da Saúde", na tentativa de clonar perfil dos usuários.

Tem circulado, via WhatsApp, uma mensagem do suposto “Ministério Público da Saúde” para agendar a vacinação contra a covid-19. O agendamento, no entanto, é falso e o ato é uma tentativa de golpe.

O Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) não faz agendamento de vacinação, não solicita dados das pessoas nem envia quaisquer tipo de códigos para celulares.

"Esse tipo de mensagem caracteriza golpe e a população deve ficar atenta e só confiar em ações devidamente divulgadas nos canais oficiais das instituições públicas que atuam no enfrentamento à pandemia", informou o órgão em nota.

Um dos números que tem enviado o texto falso é de Santos (SP) e se identifica como Rafael Nunes. A imagem com o conteúdo da mensagem foi recebida pelo MPDFT.

Golpes, por meio de ligações e mensagens falsas enviadas em nome de instituições públicas que atuam contra a covid-19, têm sido comuns durante a pandemia, de acordo com o MPDFT. O órgão orienta, em caso de recebimento de ligações ou mensagens pelo celular a não fornecer qualquer dado e a denunciar às autoridades competentes.

 

Para denunciar

É possível denunciar irregularidades na vacinação pelo site da Ouvidoria do GDF ou pelo telefone 162. É importante reunir o máximo de informações, como data, nomes de prováveis envolvidos, local, e, se possível, provas como fotos, vídeos ou mensagens.

O cidadão também pode registrar denúncias no processo de imunização contra a covid-19 na Ouvidoria do MPDFT, por meio de formulário eletrônico ou pelo número 0800 644 9500 (ligação gratuita), em dias úteis, de 2ª a 6ª, das 12h às 18h.

O órgão ressalta que também é importante reunir o máximo de informações, como o dia em que ocorreu o desvio, local, nomes de prováveis envolvidos e, se possível, provas da prática como fotos, vídeos e mensagens que auxiliem na investigação.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: http://bit.ly/3rJJkhG