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Proprietários não receberam chaves dos imóveis do Minha Casa, Minha Vida desde 2019.

 Proprietários não receberam chaves dos imóveis do Minha Casa, Minha Vida desde 2019.

Moradores de São Gonçalo, na Região Metropolitana do Rio, compraram apartamentos pelo programa Minha Casa, Minha Vida e deveriam ter recebido as chaves dos imóveis em 2019, mas até agora continuam sem casa.

Cada um dos prejudicados pagou R$ 160 mil para morar em um condomínio localizado no bairro Santa Izabel. Clientes também reclamam de cobrança de taxas que não estavam previstas no contrato.

"Sou a única pessoa da minha família que fez faculdade. Coloquei na minha cabeça que eu queria algo meu, não queria viver de aluguel. Quando consegui alugar o contrato da casa, eu me senti totalmente realizada", disse a farmacêutica Danielle de Moraes.

Ela comprou geladeira e móveis, mas agora vive de favor na casa do pai.

"Comecei a comprar pequenas coisas – um jogo de panela, um jogo disso, um jogo daquilo. Agora estou com várias caixas em casa, algumas já fora da garantia. E onde está o apartamento?".

Ela e outras pessoas pagaram, cada uma, R$ 160 mil por um apartamento no Condomínio Águas de Guanabara, no bairro Santa Izabel.

O empreendimento é financiado pela Caixa Econômica Federal, por meio do programa Minha Casa, Minha Vida, e construído pela empresa ViaSul Engenharia.

O condomínio tem 380 apartamentos – a primeira parte deles deveria ter sido entregue aos compradores em dezembro de 2019.

A obra está praticamente pronta e os operários parecem fazer os últimos ajustes.

Falta apenas uma nova data de entrega. Foram várias nos últimos meses - todas descumpridas.

"Eles ligaram para todos nós, agendando para o dia 30 e dia 1º. Um dia antes, mandaram e-mails para alguns e, depois disso, nada", reclamou o técnico de Segurança Ailson Correia, um dos prejudicados.

"Estamos conseguindo o deferimento de uma liminar para que as empresas façam a entrega das chaves", explicou o advogado Ozéas da Silva Melo, representante legal dos clientes.

Ele também afirmou que, além do atraso na entrega, a construtora cobra taxas não previstas no contrato.

"Entre elas, cobrança para a entrega das chaves, o que não está em nenhuma parte do contrato".

 

Até o momento da publicação deste texto, a Caixa Econômica Federal ainda não havia se posicionado.

A Viasul Engenharia informou que a obra está concluída e a única pendência para a entrega das chaves aos moradores é a ativação da energia elétrica, que deve ser feita pela concessionária Enel.

A Enel informou que as obras na rede elétrica exigem o licenciamento da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) e da Prefeitura de São Gonçalo e que a complexidade do processo de obtenção das autorizações impediu o início da obra anteriormente.

A concessionária informou, ainda, que as obras serão feitas em caráter emergencial, com previsão de término na primeira quinzena de julho.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: https://glo.bo/33Hxcn7

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